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sábado, 3 de julho de 2010

CHICO BENTO E ZÉ LELÉ

Uma estória curtinha provando que essa é, sem duvida, a dupla mais divertida dos quadrinhos de Mauricio de Souza.

sábado, 26 de junho de 2010

INGÊNUO E HILÁRIO

Entre todos os personagens da Turma do Chico Bento, Zé Lelé, o primo de Chico Bento, é sem duvida um dos mais engraçados. Zé Lelé recebeu esse apelido porque ele é ingênuo, meio distraído e, digamos... de inteligência um tanto limitada. Por isso, suas participações são sempre hilárias. Abaixo você vê uma história do Zé Lelé.


sábado, 19 de junho de 2010

MUITO PARA ENSINAR E APRENDER

Como a maioria das pessoas sabe, boa parte dos personagens de Mauricio de Souza são baseados em pessoas de sua família. E a turma do Chico Bento não é diferente. O que poucas pessoas sabem é que Chico Bento (cujo nome completo é Francisco Antonio Felício Bento) é inspirado em um tio-avô de Maurício, morador de Santa Branca, no Vale do Paraíba, São Paulo. Muitas das histórias das revistinhas de fato aconteceram na vida real e foram contadas pela avó de Mauricio (que também virou personagem dos quadrinhos, a vó Dita).
Chico Bento estreou em 1963, numa tirinha dos personagens Hiroshi e Zezinho (que passaram a ser chamados Hiro e Zé da Roça). A primeira revista própria foi lançada em 26 de agosto de 1982. Nesta época, o personagem havia gerado polêmica, já que a linguagem utilizada nas histórias, mostra que o protagonista é o típico caipira do interior. Muitos alegaram que "ela [revista do Chico Bento] ensina às crianças a falarem errado". Outros disseram que "a maneira dos personagens falar é puro preconceito"
No entanto, a maioria das pessoas entendeu que o objetivo é mostrar como aquele menino que mora na roça, fala errado, anda descalço, conversa com os animais e gosta da natureza tem muito a nos ensinar. Isso fica ainda mais evidente nas histórias com a participação do seu primo Zeca, que mora na cidade grande e vai passear no interior de vez m quando. Embora Zeca tenha acesso a computador e vídeo game, a conclusão da história sempre é que ele está perdendo muito por não desfrutar das mesmas coisas que o Chico.
Vivendo aventuras num sítio nas cercanias da Vila Abobrinha, no interior de São Paulo, Chico Bento é um dos personagens mais divertidos de Mauricio de Souza. Abaixo você pode conferir uma de suas histórias.



sábado, 12 de junho de 2010

MONICA EVOLUTION

Confira abaixo a evolução do desenho da personagem mais famosa de Mauricio de Souza.


sábado, 5 de junho de 2010

DESAFIOS DE UMA AMIZADE

Aqui continuamos com a história da amizade entre o Cebolinha e o Fantasminha. Seguem-se duas tiras que mostram que uma amizade entre dois mundos nem sempre é fácil.


sábado, 29 de maio de 2010

CONHECENDO O FANTASMINHA

Depois de um começo inusitado, Cebolinha consegue fazer amizade com os novos moradores do Bairro do Limoeiro.



quinta-feira, 27 de maio de 2010

TALENTO BRASILEIRO CONQUISTANDO ESPAÇO

m Limoeiro do Norte, no interior do Ceará, onde as carroças ainda disputam espaço com motos e bicicletas nas ruas, todos conhecem José Edilbenes Bezerra, de 36 anos, como "aquele que desenha". Desde os 18, quando deixou de fazer bicos em uma fábrica de filtros e de trabalhar como-servente de pedreiro, ele passa até onze horas por dia, incluindo sábados e domingos, sentado numa escrivaninha com o lápis em punho. Mesmo sem entender inglês nem nunca ter saído do país, Edilbenes é contratado exclusivo da poderosa DC Comics, a segunda maior editora de quadrinhos dos Estados Unidos, detentora de títulos como Batman e Superman. Os quadrinhos que desenha raramente chegam a uma das três bancas de Limoeiro, mas ele não se incomoda com isso. "Aqui todos sabem o que eu faço. VIra e mexe vem um garoto me mostrar uma ilustração e pedir dicas", diz Ed Benes, apelido pelo qual é conhecido no exterior. O cearense não é o único brasileiro do ramo a fazer sucesso nos Estados Unidos. O número de artistas nacionais que emprestam seus traços às editoras de quadrinhos americanas triplicou nos últimos quatro anos. Atualmente, outros 150 desenhistas e coloristas trabalham nesse mercado. A maioria faz 22 páginas por mês, o equivalente ao tamanho de uma edição. Como recebem de 50 a 500 dólares por página desenhada, sua renda mensal varia de 1 100 a 11 000 dólares.

Os desenhistas brasileiros são parte de uma indústria que movimenta anualmente, o com a venda de publicações, 330 milhões de dólares nos Estados Unidos. Neste ano, dos dez quadrinhos mais vendidos por mês, dois foram desenhados por artistas nacionais. O traço brasileiro não agrada só ao público: faz sucesso também entre os críticos. Em 2008, o gaúcho Rafael Grampá e os gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bã, de São Paulo, venceram o Eisner Awards, premiação americana que é considerada "o Oscar dos quadrinhos". A equipe, que inclui dois outros desenhistas estrangeiros, ganhou com uma série de histórias sem balões em que os personagens são os próprios desenhistas. "Depois do prêmio. ficou muito mais fácil discutir novos projetos com as editoras", conta Moon. Hoje, ele e o irmão trabalham juntos em projetos para duas editoras internacionais.

O crescimento da participação de estrangeiros no mercado de quadrinhos americano (além dos brasileiros, também italianos e filipinos vêm ganhando espaço nele) deve-se principalmente à facilidade com que, graças à internet, as editoras identificam novos artistas e recebem deles os desenhos. Além disso, o preço de página de um iniciante estrangeiro é menor do que o de seu equivalente americano. “Enquanto um brasileiro que está começando cobra, no máximo, 75 dólares por página, um americano não trabalha por menos que isso', diz Joseph Rybandt, editor da Dynamite Entertainment. "Claro que, quando eles ficam mais renomados, o salário acaba se igualando", diz.

As agências especializadas, que se encarregam de fazer a ligação entre artistas e editoras, são outro elemento facilitador na contratação de estrangeiros pelos americanos. Segunda Chris Allo, coordenador de talentos da Marvel Comics, grande parte dos desenhistas brasileiros não fala inglês e, portanto, não entende os roteiros originais das histórias que ilustra. As agências é que se encarregam de fazer a tradução. Ed Benes usa esse tipo de serviço. Mas, quando tem de se comunicar com o intermediário que vende originais de seus trabalhos a fãs nos Estados Unidos (ao preço de até 10 000 dólares cada desenho), recorre ao tradutor automático do Google. Mensalmente, ele recebe da DC Comics em torno de 8 000 dólares, descontados os 18% que ficam com a agência. O dinheiro o tornou um dos moradores mais ricos de sua cidade. Difícil é gastá-Ia, já que na pequena Limoeiro nem cinema tem. Para ver seus heróis na tela, o artista tem de viajar 200 quilômetros até Fortaleza.

Quando os primeiros desenhistas brasileiros começaram a ser contratados nos Estados Unidos, no fim da década de 80, os editores temeram que seus nomes soassem latinos demais para os ouvidos americanos. Ao sulmato-grossense Marcelo Campos, por exemplo, sugeriram que assinasse "Marc Fields". "Não gostei, mas acabei topando assinar como Marc Campos", diz. Um dos pioneiros do mercado, ele foi desenhista dos mutantes do X-Men e do Homem de Ferro, entre outros personagens. Hoje, Marc voltou a ser Marcelo e abriu uma escola de desenho em São Paulo, para ensinar garotos que aspiram um dia dar vida ao Superman ou mostrar uma batalha entre o Homem-Aranha e o Duende Verde na TImes Square - ainda que nunca tenham estado lá, como Ed Benes. Há algum tempo, o artista cearense foi convidado pela DC Comics para participar de uma convenção de quadrinhos em San Diego, na Califórnia. "Tudo pago, mas eu não quis ir. Nem passaporte eu tenho, e daria muito trabalho para tirar." Ed chegou a morar em São Paulo, mas não gostou da experiência. "Lá é um desassossego só. Não quero sair daqui, não." Nem precisa. De Limoeiro do Norte, seus desenhos já dão a volta ao mundo.

sábado, 22 de maio de 2010

ESTÓRIAS DE TERRIR

Em 1963 entra em cena nas tirinhas do Cebolinha uma turma cuja missão era espalhar o “terrir”. Sim, terrir, pois eles não são nem um pouco assustadores e só conseguem nos matar de rir. Segundo Mauricio de Sousa, o Fantasminha (que mais tarde ganhou o nome de Penadinho) foi criado "para desmistificar os medos e pavores que cercaram a infância". Baseado no Gasparsinho, o Penadinho é um fantasminha alegre e simpático, embora, as vezes, tente se distrair no cemitério tentando assustar alguém. Mas na maior parte das vezes, as aventuras só acontecem com seus amigos do outro mundo.
Alguns detalhes de sua vida pré-morte foram reveladas em algumas estórias. Por exemplo, aparentemente o Penadinho era muito alto quando vivo e até ganhou o Prêmio As Pernas Mais Bonitas, porém, ao estacionar um carro num ferro-velho foi esmagado e morto por um imã, e virou um fanstaminha baixinho (Almanaque do Cascão número 74, Editora Globo). Também sabemos que antes de morrer, Penadinho tinha uma namorada com quem quase se casou, mas agora, ele namora a fantasma Alminha.
Nas primeiras estórias, o Penadinho e sua família de fantasmas moravam numa casa abandonada no bairro do limoeiro. Com o passar dos anos, porém, Mauricio notou o potencial do personagem, mudou sua “residência” para o cemitério e lhe deu uma divertida turma, formada não apenas por fantasmas, mas também por outros seres da ficção e da mitologia. Assim, foram surgindo Cranicola, Muminho, Zé Vampir, Frank, Lobi, Zé Caveirinha, Dona Morte, Alminha e outros.
Veja abaixo como foi o encontro inusitado entre o Cebolinha e o Penadinho.


sábado, 15 de maio de 2010

A DESPEDIDA DO ANJINHO

Apresentamos agora a última tirinha sobre o Anjinho. Mas não se preocupem, porque o adeus não é permanente e logo ele voltará para brincar com a turminha; e quando se tornar um adolescente, terá as suas próprias estórias.


sábado, 8 de maio de 2010

ANJINHO E SEUS NOVOS AMIGOS

Depois de conhecermos o começo da amizade entre o Anjinho e o Cebolinha, vejamos como outros membros da turminha conheceram o anjinho arteiro.


sábado, 1 de maio de 2010

A SAGA CONTINUA

Aqui vai a continuação da história de como o Cebolinha conheceu o Anjinho.


terça-feira, 13 de abril de 2010

ANJINHO BEGIN

Em 1960, Mauricio de Sousa criou o Anjinho, o anjo da guarda da Turma da Mônica. Ele sempre aparece quando ouve os gritos de socorro da turminha, ou quando percebe algo estranho. Seu maior problema é quando os meninos aprontam com a Mônica, já que não consegue evitar as coelhadas que a Mônica distribui.
Às vezes, sobra até para ele. Algumas vezes, ele sobe ao céu para "receber ordens". Mas volta correndo para continuar brincando com a Turma.
Abaixo, você pode ver o Anjinho em sua primeira aparição. Ele está de castigo na Terra por ser um anjinho arteiro sendo transformado em um menino comum. Foi aí que conheceu o Cebolinha e o resto da turma.